“O PMDB está fortemente
contaminado pela rejeição recorde da governadora Rosalba Ciarlini (DEM)”. Essa
opinião abalizada é do jornalista e deputado estadual Agnelo Alves (PDT),
aposta em artigo que escreve na edição de hoje do jornal Tribuna do Norte.
Ele assinala, que a
situação peemedebista acontece, “apesar da fase excepcional dos seus três
principais líderes, o deputado Henrique Eduardo, presidente da Câmara Federal,
o senador Garibaldi Filho, ministro da Previdência Social e o deputado estadual
Walter Alves, líder do partido na Assembleia Legislativa”.
Agnelo, apesar de ter
essa visão muito consistente sobre a relação PMDB-DEM-Governo Rosalba, aponta
que o partido comandado pelos sobrinhos Henrique e Garibaldi, pode superar a
“contaminação”. O peemedebismo teria ainda fôlego:
- Mesmo assim, o PMDB
ainda tem gás nos pulmões para respirar, mostrando que está vivo, embora
combalido, vitimado pela contaminação do governo a quem serve e de nada se
serve.
Nota do Blog – O PMDB é
a base de sustentação de um governo que nunca existiu e que não tem mais tempo
ou meios para se erguer, superando as adversidades que não soube ultrapassar,
debelar ou atenuar por despreparo e arrogância.
Garibaldi Filho, mesmo
assim, é o melhor nome do partido para as próximas eleições. Poderia ter até
maior aceitação popular, hoje, se não tivesse se ligado de forma tão umbilical
ao pior governo da história republicana do Rio Grande do Norte.
Concordo com Agnelo:
partido tem pulmões para sair com menor prejuízo dessa relação politicamente
nefasta para si e péssima para o Rio Grande do Norte.
Mas o crédito não está
sobrando. Tem que saber administrá-lo.
Por Carlos Santos








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