Para Mardoni França, do
Instituto Certus, e Paulo de Tarso Teixeira, do Instituto Consult, as pesquisas
passam a retratar o cenário da eleição somente após finalizadas as convenções
partidárias. Por enquanto, as análises são meras “prospecções” ou para apontar
potenciais de possíveis candidatos. “Agora estamos medindo potencial eleitoral
de cada uma dessas pessoas”, assinalou Paulo de Tarso.
Mardoni destacou que no
momento não é possível apontar sequer um cenário. Mesmo porque as candidaturas
ainda não estão postas. “Essas são pesquisas preliminares. Ainda não têm nenhum
sentido. E publicar essas análises também não é interessante porque está tudo
indefinido”, acrescentou. Eles também concordam quando o assunto é frustração
no resultado das pesquisas.
“Ou é negligência ou
falha em campo. Muitas vezes os entrevistadores não obedecem rigorosamente as
orientações e atrapalham no resultado. É preciso ter cuidado com isso”,
observou Mardoni. Paulo de Tarso acrescenta, além disso, o fato de uma análise
ser coletada em um espaço de tempo distante do pleito. “Isso prejudica”,
frisou.
Da Tribuna do Norte








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