Deu no Cláudio
Humberto:
A presidente Dilma
Rousseff, que completa agora em janeiro três anos à frente do governo
brasileiro, criou uma série de regras extraoficiais que melhor atendem a seu
perfil controlador. Segundo gente próxima, em viagens, a cabine do
tenente-brigadeiro Joseli Parente Camelo fica aberta para que ela possa entrar
e interferir em planos de voos e até sugerir mudança de rotas para desviar de
nuvens e evitar turbulências.
Autoridade máxima do
transporte oficial aéreo desde Lula, o tenente-brigadeiro Joseli se desdobra
para atender pedidos absurdos de Dilma. Não foi só uma vez que Dilma mandou
Joseli sobrevoar países, e até fazer escala, sem autorização prévia, depois de
o avião já ter decolado.
Conhecida pelo pavio
curto, Dilma se recusa a viajar com experientes capitães. Só aceita pilotos e
copilotos cuja patente é de major e coronel. Dilma também não aceita “patentes
baixas” na segurança pessoal, e já fez a equipe esperar dentro do carro até o
general Amaro aparecer.








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