O líder do Democratas
no Senado, José Agripino (RN), disse que a manifestação promovida pelo líderes
partidários, na tarde desta terça-feira (3), em frente ao Palácio do Planalto,
em Brasília (DF), contra a violência no Brasil não era da oposição, e sim do
povo brasileiro. “O brasileiro não aguenta mais viver neste clima de medo e
insegurança até de andar na rua. O clima de violência impera no país”, frisou.
O senador também
criticou a tendência do governo do PT em apoiar movimentos sociais que depredam
o bem público, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MST). “E o pior de
tudo é que o Brasil sente a conivência da presidente Dilma com a violência
porque, neste governo, movimentos que depredam bem público são recebidos pela
chefe do Executivo com louvor”.
Durante o ato, líderes
do Democratas, PSDB, PPS, PSB e Solidariedade lembraram os 600 mil homicídios
registrados ao longo dos 12 anos da gestão do PT. Para representar o número de
pessoas assassinadas neste período, foram 600 espalhadas cruzes, uma para cada
grupo de mil assassinatos.
Segundo dados
divulgados pela oposição, a taxa de homicídios ao longo da gestão petista (2003
até agora) cresceu 16,5%. Só em 2012, por exemplo, o Brasil registrou o maior
número de assassinatos desde 1980: 56.337 casos. Ainda de acordo com o
levantamento feito pela oposição, o Nordeste é a região com a maior taxa de
homicídio: 38,9% – aumento de 15% em dez anos. Seis entre as 20 capitais mais
violentas do mundo estão no Nordeste brasileiro: Maceió, João Pessoa, Manaus,
Fortaleza, Salvador e Vitória.








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