A Veja destaca que, até
o meio de novembro, a cúpula do DEM vai se reunir para analisar que rumo tomar
após o resultado negativo nas eleições: além da vitória de Dilma Rousseff, o
que mantém o partido fora do Executivo federal, a sigla sofreu com a redução de
sua bancada na Câmara (de 28 para 22 deputados) e com a derrota de seus
candidatos a governador.
Grupos do partido
defendem uma fusão com um ou mais partidos. Mas há opções bem diferentes: se a
opção for se unir ao PSDB, o DEM deve ser “engolido” e os atuais caciques
democratas perderiam poder. Caso a escolha seja por somar-se a partidos
nanicos, a legenda deve preservar sua identidade. “Vamos discutir todas as
propostas, sem nenhum açodamento”, diz o presidente do partido, José Agripino
Maia.








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