Numa Brasília mais
lógica, ou pelo menos numa Capital mais simples, o favoritismo de um candidato
do PMDB à presidência da Câmara atearia em Michel Temer, presidente do partido
e vice-presidente da República, um entusiasmo retumbante. Se o favorito se
chama Eduardo Cunha, porém, Temer é tomado de preocupação latente. Numa entrevista com Temer, os repórteres
Leandro Loyola e Flávia Tavares perguntaram ao vice o que acha do blocão
suprapartidário que o líder do PMDB articula para dar suporte ao seu projeto de
comandar a Câmara.
E Temer: “Falando como
presidente do PMDB, ele tem de ser um candidato que revele a independência do
Poder Legislativo; mas, ao mesmo tempo, que não seja de oposição prévia ao
governo federal. A Constituição, embora as pessoas falem muito em
independência, determina que os poderes sejam independentes e harmônicos entre
si. Essa harmonia, temos de recuperar.”








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