A força-tarefa do
Ministério Público Federal avalia que já dispõe de elementos suficientes para
afirmar que a Diretoria de Serviços da Petrobrás, na gestão do ex-diretor
Renato Duque nome indicado pelo PT , captou cerca de R$ 650 milhões em
propinas sobre contratos fechados de 2004 a 2012 com as seis empreiteiras que
são alvo do primeiro pacote de denúncias criminais da Operação Lava Jato.
Segundo o Estadão, às
vezes o dinheiro de propinas era tão volumoso que precisava ser transportado em
carro-forte, por orientação de Duque. O ex-diretor chegou a ser preso pela
Polícia Federal, mas foi solto por liminar do Supremo Tribunal Federal. Mendonça
agia em nome da Setal Óleo e Gás, empreiteira do cartel que negocia acordo de
leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão
antitruste do governo federal.








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