O deputado Eduardo Cunha
(PMDB-RJ) foi eleito neste domingo (1º) presidente da Câmara dos Deputados para
o biênio 2015-2017. Cunha ganhou a disputa em primeiro turno, derrotando seus
três oponentes por 267 votos, de um total de 513 votantes. O deputado Arlindo
Chinaglia (PT-SP) foi o segundo mais votado, com 136 votos. Júlio Delgado
(PSB-MG) contou com 100 votos e Chico Alencar (Psol-RJ) teve 8 votos. Houve
dois votos em branco.
Ao tomar posse, logo após
ter o nome confirmado no painel de votações do Plenário, Cunha fez questão de
ressaltar que será “o presidente de todos” e vai colocar em prática o mote de
sua campanha, que foi a independência da Casa em relação aos demais poderes.
Prova disso é que já indicou como “prioridade zero” dos próximos dias a
conclusão da votação da proposta de orçamento impositivo de emendas
parlamentares (PEC 358/13) – falta votar o segundo turno.
Cunha ressaltou que vai
trabalhar com as pautas de consenso dos líderes, sem priorizar as demandas que
vêm do governo. Também afirmou que a vitória deixa para trás as possíveis
sequelas de uma campanha que classificou como “dura” e de muitos ataques. E
deixou claro que a sua eleição não afeta a governabilidade. “Somos responsáveis
o suficiente para saber que o País precisa uma estabilidade política. E que nós
não vamos ter estabilidade econômica sem estabilidade política. Não será a
Presidência da Câmara que vai provocar a instabilidade”,








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