Há uma discreta
movimentação no foco das eleições municipais do próximo ano, ou seja, 2016, no
âmbito de Mossoró.
Os principais grupos
políticos locais estão sobressaltados. Vivem um momento incomum.
Estão na oposição ao
governismo municipal e estadual. Sem influência alguma no Governo Federal.
É o grupo da
ex-governadora Rosalba Ciarlini;
É o grupo da
ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB);
É o esquema da
ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB).
Todos Rosado.
Todos na oposição,
volto a lembrar.
Fracionados nas últimas
décadas, eles se transformaram em tentáculos políticos distintos, que em alguns
momentos estiveram juntos. Hoje, buscam um rumo e retomada de espaço político.
Unidos ou em separado.
O futuro próximo dirá
como.
No governismo, o
prefeito Francisco José Júnior (PSD) também não vive em paz.
Enfrenta oposicionismo
flácido e desorganizado, mas seu maior problema é endógeno, ou seja, interno.
Não tem sabido lidar
com o poder que um conjunto de fatores lhe proporcionou. Enfrenta queda na
aceitação popular, comunica-se muito e muito mal, além de conviver com a
descapitalização crescente do erário.
Sua reeleição está a
perigo.
Enfim, de um lado e de
outro, sobram interrogações e quase nada é palpável.
A vida não está fácil
para eles, os “donos” da cidade.
Por Carlos Santos








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