A decisão de Michel
Temer sobre antecipar ou não o congresso do PMDB que discutirá a saída do
governo Dilma Rousseff, marcado para novembro, é vista como a chave para
indicar se o vice-presidente passará a “conspirar” pelo impeachment, avaliam
caciques do partido. Por ora, Temer admite apenas se afastar da articulação
política, sem romper com a presidente. Mas se ele precipitar a consulta ao
partido, dizem aliados, dará a senha para o avanço do processo de impedimento.
Um correligionário
aposta que a esperada saída de Temer da costura política aumenta o risco de
Dilma não se sustentar no cargo.
“Depois vão dizer, como
sempre, que a culpa é do mordomo”, brinca o peemedebista, resgatando apelido
que Antonio Carlos Magalhães pespegou em Temer nos anos 1990: mordomo de filme
de terror.








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