Segundo dados revelados
durante a operação Dama de Espadas, deflagrada pelo Ministério Público na
Assembleia Legislativa, não foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos
gabinetes dos deputados estaduais ou da presidência da Casa.
As investigações
apontam que não há envolvimento de parlamentares, já que os desvios
investigados eram operacionalizados por servidores que inseriam de maneira
fraudulenta pessoas na folha de pagamento, para que fossem emitidos “cheques
salários” em nome desses servidores fantasmas.








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