Um detalhe que promete
dar dor de cabeça a quem tentar explicar: segundo informações atribuídas à
Polícia Federal, uma auxiliar de serviços gerais (ASG) lotada no gabinete do
prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, teria recebido R$ 430 mil.
De acordo com os dados
mencionados na investigação, o valor teria saído de uma conta em nome da filha
adolescente de um dos sócios da Dismed, empresa apontada como protagonista do
suposto esquema apelidado de “Matemática de Mossoró”, relacionado à distribuição
de propina.
É difícil para qualquer
pessoa entender — e mais difícil ainda explicar — como uma ASG recebe um
montante dessa magnitude sem que isso gere suspeitas imediatas. A situação
coloca o prefeito em um cenário de grande pressão política, especialmente em
meio às movimentações eleitorais.
Nos bastidores, a
avaliação é de que o “menino do chapéu de couro” enfrenta um momento delicado.
Em Mossoró, o chão segue estremecendo.








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