A prefeita de Pau dos Ferros, Marianna Almeida, protagoniza um dos episódios mais criticados da atual cena política potiguar. Ao declarar apoio ao prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra, para o Governo do Estado, Marianna não apenas rompeu com aliados históricos, como também cuspiu no prato que comeu e traiu.
Basta uma rápida visita
às redes sociais da prefeita para constatar o tamanho da decepção popular.
Os comentários negativos
se multiplicam, refletindo o sentimento de uma população que não aceita a
guinada oportunista. Marianna construiu sua trajetória recente amparada em
recursos, parcerias e prestígio político garantidos pelos governos estadual e
federal. Eventos públicos, obras e ações tiveram forte apoio dessas estruturas,
enquanto a prefeita fazia questão de exibir alinhamento com a governadora
Fátima Bezerra.
Não foi diferente quando
seu nome passou a ser cogitado para compor a chapa governista como vice de Cadu
Xavier. Marianna circulou, sorriu, andou abraçada com Cadu e com Fátima,
aceitou o convite para ser vice e chegou a afirmar publicamente que “iria pensar”.
Pensou. E a resposta veio agora, de forma clara e dura: virou as costas, traiu
Cadu, traiu Fátima e entregou seu apoio a Alysson Bezerra.
O gesto é visto por
muitos como puro cálculo político, sem compromisso com coerência, lealdade ou
gratidão. Para grande parte da população de Pau dos Ferros, Marianna Almeida
deixou de ser apenas uma prefeita que mudou de lado. Passou a ser o símbolo da política
que se alimenta do poder até onde pode e, quando convém, abandona antigos
aliados sem qualquer pudor.
Do Robson Pires








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