Segundo o Jornal Gazeta do Povo, afiliado ao Grupo Globo, até em Alagoas aparece pesquisa em que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está à frente de Lula (PT). Digo até em Alagoas, porque a força de Lula é no Nordeste.
Para
a eleição deste ano, a estratégia de Flávio conta com Tarcísio de Freitas
(Republicanos), candidato à reeleição para governador de São Paulo, o maior
colégio eleitoral do país.
Além
disso, ele também deve fazer um acordo com Romeu Zema (Novo) – existe a vontade
de tê-lo como vice. Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do país e
a parceria poderia compensar a preferência a Lula no Nordeste.
Mas
parece que Flávio está investindo muito no Nordeste. Não acreditava que
houvesse a transferência de votos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o
filho, mas, pelo jeito, está havendo mesmo, até com uma certa vantagem para
Flávio, considerando a última eleição, que teve uma pequena diferença para
Lula.
A
candidatura de Flávio está crescendo. Aí vem o desespero de Lula. Ele quer
fazer bondades.
Bondade
com quê? Com o dinheiro dos pagadores de impostos, que vão pagar toda a conta.
Ele não vai tirar nada do bolso dele, obviamente, para pagar conta de gás, de
luz e do corte na “taxa nas blusinhas”.
A
“taxa das blusinhas” rendeu R$ 425 milhões em janeiro, subiu muito em relação a
janeiro do ano passado, quando recolheu R$ 341 milhões.
Ou
seja, está arrecadando cada vez mais tributo. No total do ano passado, só “taxa
das blusinhas”, referente a compras no exterior acima de US$ 50, foram R$ 5
bilhões de impostos para sustentar o Estado brasileiro.
Impostos
federais para sustentar o governo federal, inchado, gordo, lento e, sobretudo,
incompetente. Delfim Netto me dizia que divide-se a arrecadação em três partes:
uma parte da corrupção, outra da má aplicação e, finalmente, sobra uma última
parte para finalidade real. É incrível.








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