A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pretende explorar as investigações que citam Lulinha e Marcola para desgastar o presidente Lula (PT) na corrida pelo Planalto.
A
estratégia é manter as suspeitas envolvendo pessoas próximas ao presidente no
centro do debate e associá-las ao discurso anticorrupção. O coordenador da
campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que as apurações representam
um “constrangimento” para o PT.
“Isso
mostra que o entorno do governo PT — o seu irmão, o seu filho — estão
envolvidos e sendo investigados por crimes. Não é um presente para nós, é um
constrangimento. O PT não aprendeu nada”, disse Marinho.
A
escolha do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice de Flávio também faz parte
dessa linha. Relator da CPMI do INSS, ele pediu o indiciamento de Lulinha por
corrupção, tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro,
mas o parecer foi rejeitado pela comissão.
Com
informações do Metrópoles







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