Após
a semana de desgastes, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
busca virar a página após as crises envolvendo o empresário Fábio Luis Lula da
Silva, o Lulinha, e o assessor Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como
Marcola.
Novas
informações sobre os casos que guardam relação com a lobista Roberta Luchsinger
vieram a público a poucos dias do grande ato de lançamento da campanha e
aliados do petista ainda monitoram o impacto das descobertas sobre a corrida
eleitoral.
Como
mostrou o Metrópoles, na coluna Andreza Matais, Luchsinger pagou R$ 249 mil a
Marcola, um dos assessores mais próximos do presidente. Segundo o ex-auxiliar,
o valor diz respeito a um empréstimo pessoal, de “natureza estritamente
privada”, e que não houve irregularidades. Após a divulgação do caso, o
ex-assessor de Lula deixou a campanha a fim de evitar mais desgastes.
Aliados
se dividem sobre os efeitos da crise para a tentativa de reeleição do
presidente. Parte defende que o impacto será reduzido por não envolver
diretamente o chefe do Planalto. Além disso, auxiliares afirmam que é natural,
durante o período eleitoral, que a oposição busque atrelar supostas denúncias
de corrupção ao petista, que lidera as pesquisas de intenção de voto.
Outra
parcela viu o caso como um desgaste desnecessário e defendeu o afastamento
rápido de Marcola. Ele pediu para deixar a equipe que coordena as agendas de
campanha de Lula um dia após as informações sobre o empréstimo virem à tona.
Metrópoles







0 comentários:
Postar um comentário