A situação eleitoral de Rafael Motta (PDT) piorou. O Diretório Nacional do PT estabeleceu os critérios para a utilização de sua parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) em 2026, e a resolução trata da distribuição dos recursos entre candidaturas do próprio Partido dos Trabalhadores. O TSE confirma que os critérios de distribuição são definidos pelas direções nacionais de cada legenda.
Na
prática, Rafael, embora esteja na composição política apoiada pelo PT no Rio
Grande do Norte, é filiado ao PDT e não entra na distribuição do fundo
eleitoral petista. O PT, por sinal, recebeu aproximadamente R$ 615,4 milhões do
FEFC nacional para as eleições deste ano.
Para
uma candidatura que já enfrenta o dificuldade de crescer nas pesquisas, a
questão financeira acrescenta mais uma preocupação. Rafael terá de depender da
estrutura financeira de seu próprio partido e de outras fontes permitidas pela
legislação eleitoral. Assim, além da resistência de setores petistas à sua
candidatura, ele não poderá contar com uma fatia do milionário fundo eleitoral
do PT.
Politicamente,
o cenário aumenta a pressão sobre Rafael: uma coisa é integrar uma aliança;
outra, bem diferente, é ter acesso à estrutura financeira de um dos maiores
fundos eleitorais do país. O que estava ruim ficou pior.
Do Robson Pires







0 comentários:
Postar um comentário