Um plano que não é o
preferencial, nem muito menos a segunda opção para o partido que é o centro das
atenções na sucessão estadual, o PMDB. Mas é uma possibilidade apontada nos
bastidores para composição de um chapão com o presidente da Assembleia disputando
o Governo do estado. Ricardo Motta (PROS) seria o nome para juntar todos os
partidos da base de Dilma e pôr fim na indecisão entre as legendas governistas
no Rio Grande do Norte.
No diálogo aberto com
os partidos, o deputado Henrique Alves tem encontrado dificuldade para montar o
tal “amplo arco de aliança” que deseja. A começar pelos partidos que almejam
espaço na chapa majoritária e tendem a se lançarem por outra via, caso não encontrem
espaço ao lado do PMDB. Como é o caso do PSD do vice-governador Robinson Faria,
do PSB da ex-governadora Wilma e do próprio PT que deseja a todo custo lançar
Fátima ao Senado Federal.
Entre as várias
alternativas estudas nos bastidores, o nome de Motta passou a ser cogitado pela
possibilidade do Presidente da Assembleia conseguir dobrar os planos de
Robinson em disputar o Governo. Uma estreita amizade e a sucessão dentro da
própria Assembleia Legislativa viriam à tona.








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