Deu na coluna de Mônica
Bergamo, hoje na Folha de S.Paulo:
Donos de algumas das
maiores empreiteiras do país citadas no escândalo da Petrobras mandaram o
seguinte recado às campanhas de Aécio Neves e de Dilma Rousseff, e também ao
mercado financeiro: as investigações podem parar o país em 2015.
Todas as grandes
empreiteiras foram citadas no escândalo: Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e
Andrade Gutierrez. Elas estão em praticamente todas as grandes obras do país. O
argumento para as campanhas é o de que, se consideradas inidôneas, não poderão
mais tocar os projetos.
As empreiteiras têm
canal livre nos partidos: elas são tradicionalmente as maiores contribuintes
das campanhas eleitorais. Ainda que possam ‘convencer’ políticos de amenizarem
a abordagem do escândalo, há um fator que as empreiteiras não controlam: o juiz
Sergio Moro, que toca as investigações.








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