Com um rombo de R$ 60
bilhões, o Brasil se prepara para jogar a crise que não soube evitar, na cara
dos brasileiros.
Pressionado pela queda
na arrecadação e pela necessidade de fechar o projeto de Orçamento de 2016 com
superávit, o governo estuda a volta da CPMF. Ciente de que o tributo enfrenta
grande resistência no Congresso, a equipe econômica estuda uma forma de
torná-lo palatável e uma alternativa em discussão é a partilha com estados e
municípios. Os técnicos avaliam que a volta da contribuição seria uma fonte
importante de receitas num momento de dificuldades e ainda ajudaria no trabalho
de controle e fiscalização da Receita Federal.
“A CPMF é um tributo muito eficiente, tanto do ponto de vista
arrecadatório, quanto do ponto de vista de fiscalização”, destacou um
técnico do governo. As discussões em torno do projeto de lei orçamentária de
2016, que será encaminhado ao Congresso na próxima segunda-feira, acentuaram as
divergências no governo. De um lado, o Ministério da Fazenda defende que a
proposta venha com um corte significativo nas despesas, tanto as
discricionárias quanto os gastos obrigatórios, embora estes dependam de lei
para serem cortados.








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