O Fundo de Participação
dos Municípios (FPM) deve crescer apenas 6% este ano, de acordo com estimativa
da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A projeção é “mais realista” em
comparação com a da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), explica a entidade.
Pelos cálculos da STN, o aumento será de 14,8% em relação a 2014.
Para a CNM, esta
previsão não se concretizará devido ao atual cenário de crise que o Brasil
atravessa. O presidente da Confederação, Paulo Ziulkoski, lembra que, desde o
ano passado, a entidade pede cautela aos gestores municipais para com as
estimativas da Receita. Possivelmente elas não se cumprirão.
A STN estimou que o FPM
de 2015 ficasse em torno dos R$ 91,1 bilhões, na primeira avaliação da Lei de
Diretrizes Orçamentárias. Para a CNM, esse valor não passará de R$ 84,1
bilhões. A economia brasileira reafirma o alerta da CNM: o país vive uma alta
na inflação; projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em queda;
a indústria tem perdido competividade; há problemas com a valorização do
câmbio; a balança comercial está em déficit e está baixo o investimento de
estrangeiros.








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